Injetel - Junção de injeção e telecomunicação, foi o nome escolhido para formação da indústria em 1992.
Iniciou suas atividades, instalada em uma área modesta, com poucos recursos e duas máquinas injetoras; enfrentou todas as dificuldades que se apresentavam para uma pequena empresa no Brasil, fabricando componentes para telecomunicação: caixa terminal de assinante e espelhos para tomada telefônica.
Aos poucos os negócios foram direcionados para fabricação de materiais telefônicos em geral: tomadas e pinos para telefones e materiais diversos para telefonia.
Em 1995, deu-se início à fabricação de materiais elétricos: uma linha extensa que possibilitou o desenvolvimento de uma diversificada linha de produtos.
O primeiro fabricado foi a tomada elétrica de embutir, que exigiu um trabalho de venda intensificado, pois os clientes - pelo menos a sua maioria - não estavam dispostos a comprar um único item.
Mesmo assim houve muita persistência no trabalho e conquista de espaço num mercado tão concorrido por grandes empresas multinacionais, com poderio financeiro e poder de imposição, dificultando a vida das pequenas indústrias.